REELEGER A RESISTÊNCIA PARA CONQUISTAR MAIS!

DCE participa da luta contra o aumento de passagens | Janeiro 2011

Ao longo da história de nosso país, o movimento estudantil deu provas de enorme força e combatividade em defesa dos interesses dos estudantes.

Na UFRPE não é diferente. Em dois anos à frente do DCE, somos hoje reconhecidos pela luta intransigente pelos nossos direitos.

Em dois anos, ocupamos bandejão, realizamos mais de 8 assembleias de estudantes, participamos de dezenas de passeatas em Recife, em Serra e Garanhuns, organizamos os estudantes para os seus congressos e encontros (inclusive levando a maior delegação da história da UFRPE ao Congresso da UNE), reabrimos ou fundamos dezenas de Diretórios Acadêmi-cos, organizamos vários seminári-os, inclusive o Seminário da Anistia que foi um dos maiores do Brasil com a participação de mais de 400 estudantes, organizamos o 1º Festival de Cultura e Arte da UFRPE, tivemos presença marcante nas unidades de Serra e Garanhuns e fizemos muitos outros esforços em defesa dos interesses estudantis.

Porém, agora se inaugura um novo período. A UFRPE, a partir de janeiro terá uma nova reitoria, e esta precisa ter prioridade na assistência aos estudantes e a estrutura da UFRPE se quiser cumprir com seu papel. O DCE ficará de olho! Além disso, a UFRPE nunca teve tantos estudantes como hoje e segundo os jornais, terá uma unidade quase do tamanho da unidade Dois Irmãos, no Cabo de Sto Agostinho. É preciso um DCE preparado para chegar a todos esses lugares representando os estudantes e lutando por seus direitos.

Vários passos à frente foram dados e por isso não estamos mais no mesmo lugar.

Agora queremos um DCE antenado com os novos ventos que sopram no Brasil e no mundo. Vamos unir os estudantes do litoral ao sertão para garantir uma universidade pública, gratuita e de qualidade!

Dias 19 e 20/10 vote RESISTÊNCIA!

Estudantes e jovens em luta em todo o mundo!

400 mil estudantes no Chile em luta!

            A crise econômica que se arrasta desde 2008 cada vez mais leva os governos capitalistas para optar entre os investimentos sociais e seus compromissos com o grande capital. Os cortes no orçamento da educação, saúde e habitação popular tem sido cada vez maiores. Mas os estudantes e a classe trabalhadora não estão parados diante dessa realidade.

             No Chile mais de 400 mil estudantes vão às ruas há três meses contra a mercantilização da educação. Na Espanha os jovens lutam por democracia real e contra o descaso com a educação. No semestre passado, jovens ingleses incendiaram a sede do partido conservador por conta do aumento nas mensalidades. E no Brasil não é diferente, foram 12 reitorias ocupadas neste segundo semestre e dezenas de universidades federais com aulas paralisadas pelos estudantes em luta por uma educação de qualidade. Servido-res federais, trabalhadores de Suape, Jirau e Santo Antônio fizeram greves com mais de 100 mil trabalhadores.

            O movimento RESISTÊNCIA entende que essas são contradições próprias do capitalismo e seu modo de repartir as riquezas na sociedade. Defendemos um modo de produzir diferente. Onde todos os homens e mulheres produzam e se apropriem da produção. Onde ninguém explore o trabalho de ninguém. Defendemos o socialismo como forma da humanidade preservar o meio-ambiente e a vida humana.

             PROPOSTAS:

             1. O DCE deve ser solidário com as manifestações da juventude e dos trabalhadores contra os efeitos da crise;

UFRPE é campeão em obras paradas!

Protesto dos estudantes da UAST pela imediata conclusão das obras

Segundo dados do ministério da educação, a UFRPE é a universidade com maior número de obras paradas do Brasil. Ao todo são nove obras paradas. Em Serra Talhada, em Garanhuns e Recife, nenhuma unidade escapa. E há os casos graves, como a residência estudantil de Serra que já era para ter sido entregue desde início de 2010, e não foi entregue até hoje. Há também o novo prédio do DLCH que, desde 2009 só tem tapumes e uma placa na entrada da UFRPE anunciando.

             Segundo matéria do Jornal do Comércio do dia 27 de julho de 2011 (http://migre.me/5SEAv), a reitoria da universidade alega que o problema é com as construtoras contratadas. Porém, sabemos que para concorrer a uma licitação de uma obra pública, é preciso provar que tem capacidade para concluir a obra. Das duas uma: ou não se fez a licitação de forma correta, ou houve desleixo no acompanhamento das obras. Por isso, propomos no início do ano, a reitoria, uma comissão de acompanhamento permanente, que juntasse estudantes, professores e técnicos. Até agora essa comissão não foi formado.

             O DCE precisa continuar lutando pela imediata conclusão das obras, que tanto atrapalha o nosso aprendizado, como a biblioteca da UAST e o prédio de salas de aula da UAG que faz com que várias turmas assistam aulas em auditórios. Vários foram os atos no interior e na capital pela conclusão das obras (assista os vídeos: http://bit.ly/nHwB4E | http://bit.ly/qnvWHX), com a RESISTÊNCIA, continuaremos nessa luta e organizaremos a comissão de acompanhamento das obras.